terça-feira, 29 de maio de 2012

Offline no Msn, a uns tempos atrás...


- E então, como você está?
- Estou bem! Estava com saudades de vc.
[5 minutos de silencio]
- Não vai falar nada? PelamordeDeus, estava com saudades de você.
- É claro que estava. Passo dias sem falar com você exatamente por esse motivo.
- KKKKKKKK' Idiota... então porque o silencio?
- Estou esperando...
- O quê?
- Você me falar o que está acontecendo.
- KKKKKKKKKKK' Como assim? Está tudo bem. As mesmas coisas de sempre...
- Olha só, garota. Eu te conheço bem a alguns anos e você não responde às minhas perguntas com apenas uma frase. A menos, é claro, que você esteja tentando esconder alguma coisa.
- KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK' Vai maluco!
- Você sabe que eu odeio essas enrolações... então poupa um pouco da minha paciencia e fala logo. Você quer me contar, e eu já estou preocupado. Hum?
- Ok, Shrek.
- rsrsrs. Ótimo...
- O problema é que continuam sendo as mesmas coisas... e você não ia gostar de repetir tudo denovo.
- Claro que não... se o que eu disse não ajudou muito, então devo mudar o discurso então.
- Ah, e eu gostava tanto do discurso antigo! kkkkkk'
- rsrs. Eu também. Acho que não sei direito o que dizer agora...
- O.o Sério? Você, sem ter o que dizer?? (Meu mundo caiu.)
- Não é isso! É que tudo o que eu penso não parece adequado.
- Não se preocupa, mingo... tudo nesse mundo passa. A agonia vai passar também.
- Eu sei que vai. Só gostaria de poder fazer alguma coisa... e eu nem posso ir ai te buscar pra te levar pro cinema e te encher de porcarias como fazia antes. Sempre funcionava.
- KKKKKKKKKKKK' Era mesmo... bons tempos. Nunca mais tive aquele peso.
- Eu também era mais feliz. Mesmo quando você colocava Avril Lavigne pra tocar no carro.
- Vishi! Faz parte do meu passado obscuro kkkk' (ninguém sabe que você cantava todas as músicas)
- Claro! Sou guitarrista e conquistador barato. Devo saber atrair as garotas bobas da cidade.
- Ahan. Mesmo nunca tendo precisado da ajuda de Avril Lavigne pra alguma coisa. Deixa de pose, eu te conheço.
- O pior é que conhece. Não sei como fui deixar isso acontecer...
- Não é como se você tivesse deixado... nós nos amamos, é natural.
- Quem disse que eu te amo?
- As entrelinhas. :)
- Malditas entrelinhas.
- Obrigada. Eu mal sei o que seria de mim...
- Eu sinto sua falta.
- Seu bolso também! kkkkk'
- Principalmente ele! Agora só gasto dinheiro com a minha negona (guitarra).
- Nunca mais vou achar alguém tão generoso na minha vida!
- Acho que a intensão era essa! rsrsrsrsrsrs
- Nossa, me senti comprada agora!
- Bem, foi uma ótima primeira ferramenta. Mas acho que essa coisa de te enganar, me fazendo passar pelo amigo mais perfeito do mundo funciona melhor.
- Han...
- O que?
- Você interpreta muito, muito mal.
- Eu também te amo. E cala a boca.
- KKKKKKKKKKKKKK'



OBS: Faz tempo que somos assim. E talvez pelo saudosismo, essa tenha sido uma das minhas conversas prediletas. Ele sendo grosso, não me deixando fazer declarações e sempre cortando a minha onda. Mas sempre - SEMPRE - me apoiando e falando as melhores coisas (mesmo quando não fala nada). Não ele não é o cara perfeito (o cara perfeito é o meu futuro marido, ele sabe kkkkkk'), mas é um dos meus melhores. Te amo, anônimo! Ah, aqui você não pode me impedir de me declarar! \o/

segunda-feira, 28 de maio de 2012

[Auto] Estima

Bem, não é o meu ponto forte.
Há, claro, quem ache que eu só faço charme, que só quero bajulação. Só quem me conhece MUITO bem sabe o quanto isso - essa coisa de bajular - me irrita. Então não, não é.
Eu realmente não me sinto tão bonita.
Eu realmente não acho que canto tão bem.
Eu realmente não acho os meus desenhos legais o suficiente.

Mas não é como se eu sofresse com isso. Só acho que tudo não é muito mais que a média.
Talvez só seja exigente, sei lá.
Eu sei que tudo poderia ser bem melhor do que é.
E não importa quantas vezes tentem me convencer do contrário, minha opinião ainda é a minha opinião.
No fim das contas acho que me ajuda a ser mais humilde, a buscar melhorar sempre, a valorizar o dom de quem realmente os tem.

O único problema é todo esse fator genérico.



domingo, 27 de maio de 2012

Lições Sonoras - I won't give up (Jason Mraz)

   


Quando olho em seus olhos
É como assistir o céu noturno
Ou um belo amanhecer
Eles carregam tanta coisa
E como as estrelas antigas
Vejo que você evoluiu muito
Para chegar aonde está
Qual a idade da sua alma?

Eu não vou desistir de nós
Mesmo se os céus ficarem difíceis
Estou te dando todo meu amor
Ainda olho para cima

E quando precisar de seu espaço
Para navegar um pouco
Eu estarei aqui pacientemente esperando
Para ver o que vai encontrar

Porque até as estrelas queimam
Algumas até mesmo caem sobre a Terra
Temos muito a aprender
Deus sabe que somos dignos
Não, não desistirei

Eu não quero ser alguém que vai embora tão facilmente
Estou aqui para ficar e fazer a diferença que eu posso fazer
Nossas diferenças fazem muito para nos ensinar como usar...
As ferramentas, as habilidades que temos. Sim, que temos muita coisa em jogo
E no fim, você ainda é minha amiga, pelo menos não fomos tendenciosos
Para funcionarmos não quebramos, não queimamos
Tivemos de aprender a ceder sem deixar o mundo ceder à pressão
Tive que aprender o que tenho e o que não sou
E quem sou

Eu não vou desistir de nós
Mesmo se os céus ficarem difíceis
Estou te dando todo meu amor
Ainda olho para cima
Eu não vou desistir de nós
Deus sabe, sou difícil, ele sabe
Temos muito a aprender
Deus sabe que somos dignos

...
Ainda olho para cima

OBS: PelamordeDeus, o que é essa letra? E eu gostei tanto do clipe também... Jason tá a cara de Wallace, rpz.

sábado, 26 de maio de 2012

Lições Sonoras - Cry (Kelly Clarkson)



Se alguém perguntar vou dizer que nós seguimos em frente,
Quando as pessoas comentarem vou fingir que não os ouço a falar,
Toda vez que eu te vir,
Vou engolir meu orgulho e morder a minha língua
Fingir que estou bem com tudo isso
Agindo como se nada estivesse errado

Isto já acabou?
Posso abrir os meus olhos?
Isso é tão difícil quanto parece?
É isso o que a gente sente quando chora de verdade?

Se alguém perguntar vou dizer que superamos
E o que me interessa se eles acreditam ou não?
Toda vez que eu sentir que as lembranças estão quebrando meu coração
Vou fingir que estou bem com tudo isto
Agindo como se nada estivesse errado

Estou me enrolando nas palavras
Estou mentindo, e eles sabem disso
Por que tudo isto simplesmente não passa?

...
Isso é tão difícil quanto parece?
É isso o que a gente sente quando chora de verdade?

OBS: ... a vida as vezes é um drama, sabia? E fica mais ridículo quando você tenta negar isso. =/

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Caixa de Entrada - Por Bruna Vieira



Conheci você em uma dessas ruas sem saídas que a vida faz a gente pegar. Sem saber de muita coisa, nos esbarramos por acaso em frente aquele antigo prédio vermelho – que você jura até hoje ser vinho. Tanta coisa no chão fez a gente se confundir e ao mesmo tempo, se entender. Éramos parecidos demais pra ter alguma coisa a ver. Trocamos links, amigos e depois, encontramos juntos a saída. No começo eu te enxergava como um possível amor, confesso. Talvez até tenha sentido alguma coisa e criado expectativa para o segundo ou terceiro encontro. Mas depois de algumas horas, semanas e meses ao seu lado, sem nenhum interesse aparentemente recíproco, desisti. Minha regra sempre foi: Evite trocar sorrisos por beijos.

Desde então você se tornou o cara dos seus sonhos. Não éramos príncipe e princesa, mas estávamos sempre juntos lá no baile. Dançando, bebendo, ou sei lá, roubando doces pra deixar na geladeira até o próximo final de semana. Aprendi aos poucos a parar de enxergar segundas intenções. Era permitido carinho, era permitido amor, só não era mesmo permitido aquela coisa que todo mundo dizia ser a definição do que é real e do que não é: Compromisso.

Passamos os piores e os melhores momentos ao lado um do outro. Mesmo, e talvez principalmente, quando você se mudou pra Califórnia por uns tempos para fazer aquele tal intercâmbio. Lembro que gastei todo meu salário de estagiaria em uma ligação onde sem dizer praticamente nada, consegui explicar o fim de um namoro e como ter você sua presença fazia falta.

Ah, que saudade daquela época em que a gente se encontrava pra jogar o tempo fora, criar pratos extraordinários e assistir nosso filme predileto. Você dizia que eu era uma garota diferente. Daquelas que qualquer cara do mundo se apaixona com cinco minutos de conversa – e não, como as outras, com apenas um olhar. Eu achava graça e dizia que aquilo não era um elogio. Era na verdade uma maneira educada e fofa de dizer que eu era mais legal do que bonita.

Agora estamos aqui, trocando emails e tentando há semanas marcar um simples café em uma quinta qualquer. Não é irônico? Você tem seus filhos, e eu o trabalho dos meus sonhos. Parece que conseguimos finalmente o que tanto queríamos. Pena que pra isso, tivemos que remar um pra cada canto. Mas vai, a culpa não foi nossa. Nem sempre o amor tem o mesmo ritmo. Nem sempre quem amamos é quem nos faz feliz. Seja como for, quando der, me liga. Será que ainda tem meu número?

OBS: O texto é da Bruna Vieira, blogueira (bem famosa) do Depois dos Quinze. Incrivelmente conheço o blog a bastante tempo, antes mesmo desse sucesso que tem hoje. E sempre gostei dos textos dela... mas são sempre tão romanticos. Esse não é exatamente uma excessão à regra, mas quis mesmo postar aqui. De qualquer forma é bonito de se ler. De qualquer forma é bem real também.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Sempre estarei aqui - Por Marvim Mota



Não é a primeira vez que Eu sentí
Que você está se afastando de Mim
Depois que tudo passou
Depois de tudo o que Eu fiz
Deixou o mal influenciar você

A todos você enganou, se afastou e criticou
Mas não olhou pra dentro de você
Uma semente se plantou e logo criou raíz
E os ramos estão alterando seu modo de ser

Se ainda pudesse ouvir Minha voz me escutaria dizer
Filho, estou te esperando aqui
Eu posso sarar sua dor e resgatar seu sorrir
Filho meu, isso só depende de ti

Mas você mudou seu jeito de agir
Sua tendência é desaparecer
Chegou a ser alguem que quer se destruir
Sua tendência é desaparecer
É tão especial, por quê vc só busca o mal?

Eu sou quem ainda espera você
Filho Meu ainda espero você
Lamento tanto pelo que faz a você
Lamento tanto por achar que isso é viver


OBS:  Acabei colocando um título... porque tinha que ter um, mas isso não quer dizer nada tá, autor? kkk' Muito chique... sou uma das parceiras de letras dele! *-*
Ah, e eu realmente gostei MUITO da letra. Ninguém sabe o quanto ela se identificaria comigo agora.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Arrependimentos no fim.

A enfermeira australiana Bronnie Ware trabalhou por muitos anos com pacientes terminais que eram mandados para casa para morrer. Apesar da situação difícil, ela afirma que todos os seus pacientes cresceram muito quando tiveram de enfrentar sua própria mortalidade e Bronnie foi capaz de encontrar na trajetória desses casos lições que divide na internet, com sucesso, sobre os principais arrependimentos de seus pacientes. É difícil não refletir se teríamos ou não os mesmos arrependimentos.
 
 
- Eu queria ter tido coragem de viver a vida de maneira verdadeira para comigo mesmo, não a vida que os outros esperavam de mim.
Segundo Bronnie, esse é o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que sua vida chegou ao fim, elas olham para trás e percebem os sonhos não realizados. “Muita gente não honrou nem a metade de seus sonhos e teve que morrer sabendo que isso aconteceu devido a escolhas que eles mesmos fizeram ou não fizeram”, relata Bronnie.

- Eu queria não ter trabalhado tanto.

Esse foi o arrependimento que Bronnie percebeu mais nos pacientes homens. De acordo com a enfermeira, eles se arrependiam de não ter aproveitado mais a infância dos filhos e a companhia da parceira. As mulheres também têm esse arrependimento, mas como a maior parte das pacientes era de uma geração em que as mulheres ainda não tinham o trabalho como principal em suas vidas, o arrependimento parece ser menor. “Todos os homens de quem eu cuidei se arrependiam de terem gasto tanto de suas vidas em uma existência voltada para o mercado de trabalho”, conta Bronnie.

- Eu queria ter tido a coragem de exprimir meus sentimentos.

Muitas pessoas reprimem seus sentimentos para evitar confronto ou mesmo porque foram educadas para fazê-lo. O resultado é que elas se contentam com uma existência que, segundo a enfermeira, é medíocre, porque impede que as pessoas aproveitem seu verdadeiro potencial. Para Bronnie, a honestidade eleva os relacionamentos a um novo patamar, mais saudável, ou vai acabar fazendo com que relacionamentos que não fazem bem para as pessoas acabem sendo eliminados da vida delas.

- Eu queria ter permanecido em contato com meus amigos.
Bronnie presenciou muitas pessoas se queixarem do quanto se arrependiam de não ter dedicado mais tempo às suas amizades. “Muitas pessoas acabam tão envolvidas com suas próprias vidas que deixam amizades de ouro acabar”, relatou. Para Bronnie, na hora da morte as pessoas tentam, sim, deixar o plano financeiro em ordem, se possível, mas não é isso que mais conta, mas sim as pessoas que elas amam.
 
 
- Eu queria ter me permitido ser mais feliz.
Segundo Bronnie essa é muito comum. “Muitos não percebem até o fim que felicidade é uma escolha”, relata a enfermeira. As pessoas ficam presas em velhos padrões e hábitos e se acomodam no que é familiar e seguro. Segundo Bronnie, muita gente passa a vida fingindo que é feliz para os outros e para si mesmo por medo de mudar. “Quando você está no seu leito de morte o que os outros pensam de você nem passa pela sua mente”, conclui Bronnie.

A dica final da enfermeira: “A vida é uma escolha. É a sua vida. Escolha com consciência, sabedoria e honestidade. Escolha a felicidade.”
OBS: Onde está o meu coração? Dependendo de onde esteja, posso morrer com a tranquilidade e segurança de saber que não, não é o fim - e ainda assim não nutrir nenhum arrependimento, já que todo mal foi perdoado. É verdade... é o plano perfeito. :)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Subliminar.














Sinceramente, tem gente que não se toca.
Me revolta pensar que me subestimam, que não conseguem exergar minhas reais intenções.
Afinal, que mundo é esse?
Gostaria de me cercar de pessoas melhores.
Queria multiplicar as pessoas perfeitas que conheço e viver num mundo onde só existissem elas... ok, me deixa sonhar.
Eu só não sei o que fazer.
#prontofalei

domingo, 20 de maio de 2012

Dr. Tempo



Tipo, eu ainda tô lá dentro :)
 Tirinha gênia do Will Tirando

sábado, 19 de maio de 2012

Saudades de você.

E isso já me ocorreu algumas milhares de vezes.
As vezes a gente percebe e se despera logo de início, mas na maioria dos casos as coisas são assim sutis mesmo. De repente você olha para o lado e a pessoa que sempre esteve ali não está mais.

Sabe, acontece.
Não é exatamente questão de distancias físicas ou falta de tempo (realmente acredito na disposição das prioridades...) mas são aquelas malditas horas em que a vida resolve virar o barco de ponta cabeça e mudar mesmo aquilo que se considerava imutável.
E por mais naturalmente que as coisas tenham acontecido, na hora em que a ficha finalmente cair vai doer denovo. Porque dói lembrar que falta alguma coisa, mesmo que o espaço já não esteja vago.

Eu não consigo acreditar que as pessoas - mais que isso, os amigos - são substituíveis.
Não, não são. Amigos para ganharem essa nomenclatura tem de ser capazes de superar esse status. São únicos, afinal.
Mas ainda assim, podem acabar sumindo.
Mesmo que o carinho nunca mude, que o amor permaneça, as vezes eles saem da linha de prioridade e... bem, você sabe.

Aconteceu comigo também, já disse. E sei lá quantas vezes vai acontecer denovo...
Mas eu, pelo menos, nunca deixei de lembrar de cada um deles com o mesmo carinho de antes. Esse carinho de sempre. Porque uma vez real, sempre real. E mesmo com a passagem rápida, agradeço a Deus por poder tê-los (re)conhecido.

Mas então... a gente pode fazer tudo outra vez. :)